Sinceramente não sei o que fazer de mim mesma, me mostre uma coisa alegre para se fazer, me mostre o útil porque não quero a inutilidade das coisas, não quero mais saber do que não posso fazer... Eu quero fazer!Mostre-me o belo ou o feio, tanto faz, só não quero ser incompleta, pois é assim que eu tenho me sentido, eu quero a totalidade das coisas, eu cansei de fazer o mediano, de fazer o que é possível, esse momento é o momento de vencer os medos, o momento de quebrar as barreiras, de liberdade de expressão... Eu quero algo que eu ainda não alcancei, eu cansei das coisas micro agora eu quero o macro, quero o fígado porque me é palpável, não quero saber das pequenas coisas que não vão fazer a menor diferença para o mundo... Eu quero fazer a diferença para alguém, quero a preocupação verdadeira, quero a sensibilidade maior que a vida pode me dar.
(Natasha Hartmann)
Um comentário:
Sabe Nat, desde que nascemos somos assim, incompletos...a única plenitude existente em nós é a da certeza de que nascemos e morreremos sempre, faltosos, faltantes, incompletos...
Fazemos a diferença qdo aprendemos de fato enxergar nossa imagem refletida no espetlho da vida...cientes de nossas limitações, perseverantes em nossos objetivos, confiante de que tudo depende de nós sempre!
Como fígado, acrescente ao seu prato jiló, regue do mais doce e puro azeite, sente-se a mesa qdo ela for posta com louça chinesa, coma com talheres de plástico. Peça de sobremesa bolo de chocolate, sirva-se do sorvete em sua frente, a calda está quente. Cuidado!. Não tenha medo experimente!!!!
Esse é o gosto que a vida tem.
No fígado= supre o corpo, alimenta seu sangue.
no jiló= prova que há coisas feias, amargas das quais temos mesmo de provar.
No bolo de chocolate= relembre sua infância, marcada por grande parte daquilo uqe é hj.
No sorvete= tem a doçura gelada...nem todo amor vai lhe aquecer o peito, mais pode sim, lhe trazer algum prazer de vida!
Na calda quente= aprender a manter-se a certa distancia de determinadas coisas. Perto o suficiente para aquecer, longe calculadamente, para não se quimar...
;)
Ouse!
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